Durante sessão solene que concedeu medalha Manoel Beckman à cantora Alcione, a maranhense ao final da solenidade pregou a união dos maranhenses. “Com os maranhenses todos unidos podemos ir muito longe. E vocês sabem do que estou falando”, profetizou Alcione.

Os elogios de Alcione aconteceram depois do governador Flávio Dino (PCdoB) fazer um discurso em que agradecia o fato de Alcione ter defendido o Maranhão no episódio que Jair Bolsonaro chamou o Nordeste de Paraíba.

Em tempo: A cantora Alcione não deixou de fazer reverência ao ex-presidente José Sarney e a sua filha, Roseana Sarney. (Foto: Raillen Martins)

No início da tarde desta quinta-feira (29), a loja Novo Mundo da avenida Jerônimo de Albuquerque, no bairro da Cohab, em São Luís, pegou fogo. Segundo testemunhas, deu para ouvir o som de uma explosão, e logo em seguida as chamas tomaram conta do local.

Os bombeiros chegaram por volta das 14h, e conseguiram conter as chamas. Ainda não se tem informações das causas do incêndio e, até o momento, o Corpo de Bombeiros ainda não registrou nenhuma vítima. O local passa pelo processo de resfriamento.

Ao lado da Novo Mundo há diversas lojas, que corriam risco de serem atingidas pelas chamas. A fumaça que saiu da Novo Mundo tomou conta da avenida, e o trânsito no local ficou completamente congestionado, devido à fumaça e aos curiosos. A recomendação da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) é que se evite passar pela região.

Na Maternidade Benedito Leite, pacientes e funcionários sofreram com a fumaça.

O senador maranhense Roberto Rocha (PSDB) será o relator na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal do projeto de lei que separa o Maranhão em dois. A proposta é que se realize uma consulta popular (plebiscito) para saber se o maranhense quer o Maranhão e Maranhão do Sul.

A proposta é do senador Siqueira Campos (DEM), responsável pela criação dos estados do Tocantins e Amapá. O relator Roberto Rocha é a favor do projeto e o seu relatório deve ser pela aprovação do projeto de Campos.

Médicos, gestores de unidades de saúde e estudantes estiveram presentes hoje, em São Luís, na cerimônia de apresentação e lançamento do Teste do Olhinho obrigatório no Maranhão. Foi o primeiro encontro realizado para esclarecimentos importantes que podem beneficiar cerca de 115 mil crianças que nascem a cada ano no território maranhense. 

“É um teste simples, rápido e fácil de ser executado. Se as doenças não forem tratadas a tempo há risco para o desenvolvimento normal da criança. Esse aqui é um pontapé inicial de um grande projeto e de um grande sucesso para o nosso estado do Maranhão”, comemorou o médico oftalmologista e professor da UFMA, Álvaro Bruno Botentuit, que sugeriu a lei recentemente sancionada pelo governador Flávio Dino.

Aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa do Estado, por meio de um projeto apresentado pelo deputado Arnaldo Melo, a lei estabelece que o exame também chamado de Teste do Reflexo Vermelho deve ocorrer em até 48 horas após o nascimento. Por meio dele, é possível detectar problemas na visão como catarata e glaucoma congênitos, tumores e até casos de cegueira que atingem cerca de 33 mil recém-nascidos por ano no Brasil.

A novidade que vai chegar em breve em maternidades públicas da capital e do interior foi recebida com grande expectativa no auditório da Secretaria de Saúde do Estado, como afirma a diretora de saúde da Regional de Rosário, Elizabeth de Castro Oliveira Menezes.

“Vamos ajudar na divulgação junto aos municípios e esperamos que a atenção primária desses municípios venha dar um grande avanço alcançando as mães, sensibilizando da necessidade da realização destes exames. Ficamos felizes com o equipamento que vai ser doado. Isso é um grande incentivo”, disse.

O diretor administrativo do Hospital Regional de Morros, onde são realizados em média 30 partos por mês, também esteve presente e reconheceu a importância do teste.

“A gente vai ser multiplicador do que foi informado aqui, vamos sensibilizar nossa equipe multidisciplinar e trabalhar para que as crianças sejam atendidas”, antecipou Henrique Matos.

A secretária adjunta de Assistência à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Carmen Belfort, representou o secretário Carlos Lula. Ao público presente, disse que é preciso ter atitude para que a lei entre em vigor imediatamente.

“O encontro foi muito bom. Avaliamos que tivermos uma grande adesão. Vários municípios se fizeram presentes, inclusive secretários municipais de saúde. O evento cumpriu a sua missão. Seu propósito era dizer que agora é lei estadual, que temos parceiros como doutor Álvaro e que nós estaremos à disposição para que Estado e municípios consigam que essa lei entre em vigor o mais rápido possível”, destacou.

O processo de aquisição dos equipamentos está em fase final. A licitação já ocorreu e a empresa vencedora obteve prazo de 60 dias para fazer a entrega ao Governo. Após isso haverá treinamento para o uso correto nas cidades.

Três meses depois de os resultados terem sido divulgados, os aprovados pelo concurso da Câmara Municipal de São Luís ainda não foram chamados para ocupar seus respectivos cargos. A queixa foi trazida por dois dos concursados, Rafael Campos e Leandro Ferreira, em entrevista à Radio Tambor nesta quarta-feira (28).A prova, que aconteceu em março deste ano, teve seus resultados divulgados em maio. No dia 1 de julho, o documento com a lista de aprovados foi homologado pelo presidente da Casa, Osmar Filho (PDT). Até agora, entretanto, os concursados aguardam ser chamados. “Nossa queixa é a demora da presidência da Câmara de esclarecer o cronograma de nomeação dos aprovados”, denuncia Leandro, que passou para o cargo de relações públicas.“Não tem motivo para a Câmara estar postergando”, alega Rafael, que conseguiu a vaga para historiador. As regras do edital determinam que o concurso tem validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. Em nota, a Câmara Municipal de São Luís afirmou que “o objetivo da atual Mesa Diretora é iniciar o chamamento dos aprovados ainda neste segundo semestre”. Prazo que, segundo eles, foi comunicado aos admitidos na prova em recente reunião com a direção da Casa.A pressão para a realização do Concurso da Câmara acontece desde abril de 2018, após uma Ação Cívil Pública proposta pelo Ministério Público Estadual e mediada pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos da Comarca da ilha. Segundo o juiz Douglas de Melo Martins, o objetivo seria substituir os servidores em sua grande maioria ilegais, que ocupam os cargos sem terem prestado concurso, desde que a Constituição de 1988 entrou em vigor – mas a questão é mais complicada do que parece.No ano passado, quando a decisão do concurso chegou ao então presidente da Casa, Astro de Ogum (PR), quase 2 mil servidores trabalhavam em situação de ilegalidade. Como tentativa de reduzir as exonerações, foi determinado que houvesse recadastramento e controle biométrico de ponto, o que fez o número cair para cerca 900 servidores.Hoje, para que os aprovados pelo concurso possam ocupar seus cargos de direito, estas 900 pessoas têm que ser demitidas. A maioria delas é formada por idosos que trabalham no local há quase 30 anos e não têm perspectiva de arranjar outros empregos, além de não terem direito à previdência social (INSS), por serem ilegais.Em 2018, o então presidente da Casa começou a recolher o INSS para os servidores que deverão ser demitidos. Esse, porém, é um processo que ainda pode levar algum tempo. Enquanto isso, a pressão continua para que a Câmara resolva o impasse da forma menos nociva possível.

Do jornal Vias de Fato / Giovana Kury

Doenças psicológicas e distância da família são os principais motivos que levaram a Justiça conceder liminares para que alunos que não passaram pelo tradicional processo seletivo da Universidade Estadual do Maranhão fossem matriculados no Curso de Medicina da UEMA (Campus Caxias). A denúncia de alunos e professores chegaram ao conhecimento do gabinete do deputado estadual Dr. Yglésio (PDT).

Diante o exposto, o parlamentar maranhense acredita que a instalação de uma Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI das Transferências Universitárias) é a melhor alternativa para investigar essas transferências externas que tem como alvo o curso de medicina da UEMA.  O deputado Dr. Yglésio já colheu 15 assinaturas para abertura da CPI e o requerimento deve ser protocolado nos próximos dias.

DENUNCIA NO CURSO DE MEDICINA UEMA:Doenças psicológicas e distância da família são os principais motivos que levaram a Justiça conceder liminares para que alunos que não passaram pelo tradicional processo seletivo da Universidade Estadual do Maranhão fossem matriculados no Curso de Medicina da UEMA (Campus Caxias). A denúncia de alunos e professores chegaram ao conhecimento do gabinete do deputado estadual Dr. Yglésio (PDT). O DEPUTADO YGLÉSIO FEZ USO DA TRIBUNA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PARA FALAR DO CASO!!

Posted by São Luís Notícias on Wednesday, August 28, 2019

Os universitários, segundo a denúncia, são alunos de faculdades e universidades estrangeiras que estão sendo matriculados no curso de Medicina da UEMA extrapolando a capacidade de cada turma que é de 35 alunos. Há turmas superlotadas com as decisões proferidas. Importante destacar que não há edital que garanta a transferência externa de alunos. “Não é menosprezar o problema de depressão. Mas quando você tem 17 decisões no mesmo sentido, todas as medidas liminares concedidas pelo mesmo magistrado. Nós começamos a ver problema em um curto horizonte”, disse o deputado Dr. Yglésio (PDT) em tribuna.

O parlamentar destacou que a UEMA não pode ser vítima de sucateamento do ensino superior, em especial no curso de medicina. “As universidades têm que estar preparadas para receber os estudantes e isso demanda infraestrutura. Tem que ter laboratório suficiente para os estudantes. Garantir uma estrutura que seja compatível com a quantidade de alunos.”, defendeu Yglésio.

Deputados da Assembleia Legislativa do Maranhão se reuniram na sala da Presidência da Casa, entre o final da manhã e início da tarde desta terça-feira 27, para tratar sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que garante a efetivação das emendas parlamentares.

Segundo apurou o ATUAL7, a matéria já conta com o apoio de todos os 42 deputados da Alema, restando apenas acertar os últimos detalhes sobre o texto a ser apresentado e aprovado pelas comissões e em plenário, em relação ao percentual obrigatório da RCL (Receita Corrente Líquida) no primeiro ano de vigência da PEC e ao escalonado no ano seguinte ao da promulgação da proposta.

A nova iniciativa para tornar impositivas as emendas dos parlamentares está sendo encabeçada pelo deputado Yglésio Moyses (PDT), integrante da base do Palácio dos Leões na Assembleia Legislativa, que articulou o apoio de quase 20 deputados governistas, principalmente novatos.

Com o aval de Othelino Neto, o governador Flávio Dino ainda não se intrometeu na discussão. E nem deve

O avanço ocorre, porém, em razão da PEC contar com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB). Ao ATUAL7, ele confirmou a reunião com os deputados, com o objetivo de chegar a um texto consensual. “Estamos dedicados a chegar a um termo que permita aprovar”, declarou.

Antes de Yglésio Moyses, já lutaram pela aprovação das emendas impositivas, mas sem sequer passar das articulações para recolhimento de assinaturas necessárias para o início das discussões – o total de 14 –, os deputados César Pires (PV), por diversas vezes, e o deputado Wellington do Curso (PSDB), ambos de oposição à gestão de Flávio Dino (PCdoB).

O presidente Jair Bolsonaro reúne hoje (27), no Palácio do Planalto, os governadores dos estados que compõem a Amazônia Legal para discutir o combate às queimadas na região. Na última sexta-feira (23), o governo autorizou uma operação de Garantia de Lei e Ordem (GLO), que ganhou o nome de GLO Ambiental, e ontem (27) liberou R$ 38 milhões do orçamento do Ministério da Defesa, que estavam contingenciados, para as ações.

Todos os nove estados da Amazônia Legal – Acre, Rondônia, Roraima, Amazonas, Mato Grosso, Amapá, Pará, Maranhão e Tocantins – solicitaram adesão ao decreto da GLO e a ajuda das Forças Armadas para o combate ao fogo. A Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal apuram se houve ação criminosa nos incêndios que se intensificaram no início deste mês.

A reunião está marcada para as 10h. Participam os ministros da Defesa, Fernando Azevedo; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; do Meio Ambiente, Ricardo Salles; da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; da Secretaria de Gocerno, Luiz Eduardo Ramos; da Secretaria-Geral, Jorge Antônio de Oliveira; e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno.

Ajuda internacional

Ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira (27), Bolsonaro foi questionado sobre a ajuda de US$ 20 milhões (cerca de R$ 83 milhões) anunciada pelo G7 (grupo das maiores economias do mundo, que se reuniu nesse fim-de-semana e discutiu o tema) para ações na Amazônia e disse que só conversará sobre o assunto se o presidente da França, Emmanuel Macron, retirar os “insultos” que fez a ele.

“Primeiramente, o senhor Macron deve retirar os insultos que ele fez à minha pessoa. Primeiro me chamou de mentiroso e depois, as informações que eu tive, de que a nossa soberania está aberta na Amazônia. Então para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, ele vai ter que retirar essas palavras e daí a gente pode conversar”, disse.

Atual presidente do G7, Macron declarou os incêndios na Amazônia uma emergência global e disse que pode não ratificar o acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia devido às “mentiras” do presidente Bolsonaro quanto ao seu real comprometimento contra as mudanças climáticas e à preservação ambiental. O presidente francês também levantou a possibilidade de um status internacional para a Amazônia.

Ontem (27), o Palácio do Planalto indicou que pode rejeitar os recursos. Já o ministro Ricardo Salles afirmou que a ajuda é bem-vinda. O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, informou que o tema se encontra sob análise do Ministério das Relações Exteriores.

O bicampeão dos Sertões ampliou a distância e deixou ainda mais para trás o adversário Milton Martens.

Barra dos Garças (MT)– Em mais uma prova concluída sem erros, o quadriciclista Marcelo Medeiros consagrou a segunda vitória nos Sertões 2019. Com o tempo de 7h14min55seg, ele fechou, na frente, a segunda especial da aventura off-road entre Costa Rica (MS) e Barra do Garças (MT): a maior prova disputada até agora com 533,08 km cronometrados. O trajeto incluiu trechos de serra, areia, cascalho, retas e travessia de rios.

“A etapa de hoje foi bem longa e cansativa. Começou rápida com longas retas e a partir do quilômetro 180 ficou mais travada. Em seguida, foram 100 quilômetros de areião. Apesar das dificuldades, conseguimos impor um bom ritmo sem cometer erros e chegar até o final na primeira colocação. Agora é fazer uma minuciosa revisão no quadriciclo e se preparar para largar amanhã para mais um dia”, declara o piloto maranhense que é patrocinado pela FC Oliveira, através da Lei de Incentivo ao Esporte e apoio da Taguatur Fiat.

No acumulado, o piloto da Yamaha 700 #102 soma 12h59min52, garante mais de uma hora de distância para o segundo colocado, Milton Martens, e aumenta sua soberania entre os quadriciclos nos Sertões.

O Rally dos Sertões 2019 chega, nesta terça-feira, ao Goiás. O percurso entre Barra do Garças (MT) e São Miguel do Araguaia (GO) terá especial de 403,51km.

Ao todo, o roteiro do maior rally do Brasil compreende a 2.832 km cronometrados e desafia os pilotos a atravessarem seis estados (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Piauí e Ceará) e nove cidades onde eles devem encarar todos os tipos de terrenos, estradas, e trilhas. 

Resultado da segunda etapa (extra-oficial)

1º #102 Marcelo Medeiros 7h14min55 –  acumulado 12h59min52seg

2º  #107 Milton Martens 7h57mim17 – acumulado 14h14min40seg

3º #102 Wescley Dutra 8h04min51- acumulado 14h21min27seg

4º #105 Giovanni de Castro 8h31min51 – acumulado 14h34min31seg

5º #106 Fábio Freire 10h30min46 – acumulado 34h41min46seg

6º #104 Hélio Pessoa (não completou)

Confira o roteiro do Sertões 2019:

No total, serão percorridos 4.887,59 km sendo 2.858,46 km de especiais, percentual de Especiais de 58,4%.

 1ª etapa – 25/08

Campo Grande – MS/ Costa Rica – MS (concluída)

DI – 19,69 km

ESP – 437,19 km

DF – 30,54 km

Total: 487,42 km

2ª etapa – 26/08

Costa Rica – MS/ Barra do Garças – MT( concluída)

DI – 89,77 km

ESP – 533,08 km

DF – 21,51 km

Total: 644,36 km

3ª etapa – 27/08

Barra do Garças – MT/ São Miguel do Araguaia – GO

DI – 111,07 km

ESP – 403,51 km

DF – 250,24 km

Total: 764,82 km

4ª etapa – 28/08

São Miguel do Araguaia – GO/ Porto Nacional – TO

DI – 69,11 km

ESP – 275,76 km

DF – 226,98 km

Total: 570,10 km

5ª etapa – 29/08

Porto Nacional – TO/ São Félix do Tocantins – TO

DI – 141,96 km

ESP – 330,34 km

DF – 2,72 km

Total: 475,02 km

6ª etapa – 30/08

São Félix do Tocantins – TO/ Bom Jesus – PI

DI – 0km

ESP – 535,60 km

DF – 2,25 km

Total: 537,85 km

7ª etapa – 31/08

Bom Jesus – PI/ Crateús – CE

DI – 2,13 km

ESP – 324,98 km

DF – 628,98km

Total: 955,80 km

8ª etapa – 01/09

Tauá (PI)/ Aquiraz – CE

DI – 428,27 km

ESP – 18 km

DF – 5,95 km

Total: 452,22 km

Legenda:

DI – Deslocamento Inicial da Vila Sertões para início da Especial

ESP – Especial (trecho cronometrado)

DF – Deslocamento final para a próxima cidade Anfitriã

A Assembleia aprovou, na sessão desta segunda-feira (26), com 27 votos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 005/2019, de autoria da deputada Mical Damasceno (PTB), que permite o acúmulo de cargos por militares. A proposição a ser promulgada pela Mesa Diretora acrescenta a letra “d” ao inciso XVI do Art. 19 e altera os parágrafos 3º e 4º do Art. 24, da Constituição do Estado do Maranhão.

Em sua justificativa, a deputada afirma que a Câmara Federal e o Senado, por meio da PEC 141/2015, garantiram aos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos territórios, a possibilidade de acumular cargos, desde que estes sejam de professor ou de profissional da saúde. “Essa PEC federal acrescentou o § 3º ao artigo 42 da Constituição Federal, aplicando o disposto no inciso XVI, do artigo 37 da Constituição Federal. Estamos garantindo esse direito aos militares maranhenses, adequando nossa Constituição Estadual. Nada mais justo!”, frisou.

Segundo Mical Damasceno, a possibilidade de o militar acumular cargo nessas áreas não irá solucionar a deficiência das políticas públicas da saúde e da educação, mas será uma contribuição significante desses profissionais que prestam serviços relevantes para a sociedade na área da segurança pública.