Nas eleições de 2018, aqui no Maranhão, tem um cargo que tem chamado mais atenção que a disputa escolher o governador do Maranhão. Falo da vaga, primeira ou segunda opção, para o Senado Federal.

A briga nos bastidores para tomar a cadeira de um dos cargos políticos mais importantes da República tem aflorado o animo político para as bandas do Maranhão.

A costura para os acordos para compor a chapa para o governo do Maranhão nunca passaram tanto pelo Senado. Bem lembrou, o professor Ed Wilson em seu blog, que antes para assumir a cadeira do Senado teria que entrar na fila e possuí-la por merecimento.

Zé Reinaldo Tavares, por ser criador de Flávio Dino, pensava que era o primeiro da fila.

Mas o primeiro pedaço de bolo não era pra ele. Tavares saiu do grupo de Dino e ainda não achou um abrigo. Mas a pauta na imprensa, tweets e posts mostram que a vaga do senado tem se tornado protagonista das eleições 2018. É através das duas vagas disponíveis que vamos poder começar analisar o cenário das eleições de 2018.

Você tem algum palpite?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como Ulisses em “A Odisseia”, nos últimos meses estive amarrado ao mastro, tentando escapar da sedução das sereias, cantando a pulmões plenos e por todos os lados, inclusive dentro de mim.

A tripulação, com seus ouvidos devidamente tapados com cera, esforçando-se em não deixar que eu me deixasse levar pelos sons dos chamados quase irresistíveis. São meus amores incondicionais. Meus pais, minha mulher, meus filhos, meus familiares e os amigos próximos que me querem bem.

Eles são unânimes: é fundamental o movimento de sair da proteção e do conforto das selfies no Instagram para somar forças na necessária renovação política brasileira. Mas daí a postular a candidatura a presidente da República há uma distância maior que os oceanos da jornada de Ulisses.

Há algum tempo me vejo diante desta pergunta: qual foi exatamente a trajetória, o fato e até mesmo o momento em que meu nome foi lançado entre os possíveis candidatos à Presidência do Brasil?

Eu mesmo demorei um pouco para encontrar a resposta. Mas depois de alguma reflexão, ela veio e me pareceu muito clara: minha exposição pública e, espero, meu jeito, minhas características, minha personalidade e a forma como vejo o mundo. As mesmas forças que me movem desde sempre me levaram a esse lugar.

Explicando em outras palavras, entre as centenas de defeitos que carrego, talvez eu tenha uma única virtude: carrego desde sempre, genuinamente, enorme paixão e curiosidade pelo outro.

Gosto muito de gente. Sempre gostei. De todo tipo, origem, tamanho, cor, posição na pirâmide. É só olhar para o que faço profissionalmente há mais de duas décadas. Não paro de procurar pelo diferente. E não falo de um olhar distante, acadêmico, teórico. Falo de andanças intermináveis por todos os quadrantes do Brasil e por vários do mundo atrás daquilo que não conheço. Ando há anos e anos por lugares ricos, paupérrimos, super ou subdesenvolvidos, em guerra, centros moderníssimos de saber, cantos absolutamente esquecidos pelo desenvolvimento. Sempre atrás da mesma coisa: gente boa.

E a sensação de “intimidade” que meus mais de 20 anos de televisão provocam nas pessoas possibilita conversas instantaneamente francas e verdadeiras.

Esse dia a dia me permitiu construir uma visão muito própria e ampla dos recortes, curvas e reentrâncias do país. Sinto na pele o pulso das ruas.

E foi essa permanente “bateção de perna”, sempre ” in loco”, que me tirou definitivamente da zona de conforto e me fez ver: O Brasil está sofrendo demais —especialmente os mais pobres, mas não apenas eles— para ficarmos passivos e reféns deste sistema político velho e corrupto. O que está aí jamais será empático, perceberá e muito menos traduzirá as reais necessidades da gente. Da nossa gente.

Vendo meu nome apontado, é muito importante frisar sempre, sem ter levantado a mão ou me oferecido para concorrer ao cargo mais importante na governança do país, minha reação natural foi tentar entender melhor do que se tratava. Gosto de aprender, de saber o que não sei e penso que cultivo um bom hábito desde muito cedo: tentar descobrir e encontrar quem sabe.

De forma intuitiva e quase caseira, fui procurando referências em pessoas que se dedicam de forma mais intensa a entender o Brasil; o sofrimento, as dificuldades e, principalmente, as soluções.

Acho também que sou meio obsessivo por fazer as coisas direito. Por isso, saí buscando e principalmente ouvindo dezenas de pessoas que admiro, que considero inteligentes, sensíveis, maduras e capacitadas, para que elas compartilhassem comigo suas visões. Foram meses que produziram em mim uma pequena revolução, um aprendizado enorme.

Tantas ideias, tanta gente interessada, brilhante e altamente capacitada, disposta a colocar energia a favor de uma transformação definitiva: De um país à deriva em uma nação de verdade, que possa de uma vez por todas refletir a qualidade indiscutível do seu povo.

Aqui é importante pontuar uma constatação que logo apontou no meu radar e que há tempos ecoa nele de maneira incômoda. Minha geração está trabalhando e inovando com vigor em muitas frentes. Há milhares de notáveis empreendedores, profissionais liberais, atletas, executivos, artistas, intelectuais, pensadores e por aí vai. Mas pela política, ela tem feito pouco.

Tenho dito sempre algo que me parece muito evidente, quase óbvio, mas assim mesmo um alerta necessário: se não nos aproximarmos de fato da política, se seguirmos negando esse universo e refratários ao seu ambiente, ele definitivamente não se reinventará por um passe de mágica.

Dito isso, sigo acreditando que o melhor caminho passa obrigatoriamente pelos movimentos cívicos, pela abertura de espaço na mídia para novas lideranças, por uma escuta dos anseios das pessoas, por reformas estruturais, muitas delas doloridas, por políticas públicas afetivas e efetivas, por políticas econômicas modernas e eficazes, pela educação levada a sério, pela saúde tratada com respeito, por tecnologia que alavanque as boas ideias e pela total transparência dos gastos públicos. Por menos politicagem e por mais e melhor representatividade. A lista é grande.

O momento de total frustração com a classe política e com as opções que se apresentam no panorama sucessório levou o meu nome a um lugar central na discussão sobre a cadeira mais importante na condução do país.

É claro que isso me trouxe a sensação boa de que uma parte razoável da população entende o que sou e faço como algo positivo. Evidente também que junto vieram uma pressão muito pesada e questionamentos de todos os tipos.

Já disse e escrevi antes, aqui neste mesmo espaço, mas tenho hoje uma convicção ainda mais vívida e forte de que serei muito mais útil e potente para ajudar meu país e o nosso povo a se mover para um lugar mais digno, ocupando outras posições no front nacional, não só fazendo aquilo que já faço mas ampliando meu raio de ação ainda mais.

Com a mesma certeza de que neste momento não vou pleitear espaço nesta eleição para a Presidência da República, quero registrar que vou continuar, modesta e firmemente, tentando contribuir de maneira ativa para melhorar o país. Vou bem além da voz amplificada enormemente pela televisão que amo fazer, do eco monumental das redes sociais que aprendi a tecer, do instituto que fundei há quase 15 anos e de todos os meios que o carinho das pessoas me proporcionou.

Vou também direcionar toda a energia de que disponho para outra coisa que acredito saber fazer: agregar.

Agregar as mentes sábias que fui encontrando em diferentes camadas da sociedade, dentro e fora do Brasil, pessoas extremamente capazes e dispostas de fato a conjugar o verbo servir no tempo e no sentido corretos. Vou trabalhar efetivamente para estruturar e me juntar a grupos que assumam a missão de ir fundo na elaboração de um pensamento e principalmente de um projeto de país para o Brasil.

E, para isso, não são necessários partidos, cargos, nem eleições.

Essa intenção já esta viva através dos movimentos cívicos dos quais me aproximei com bastante interesse e intensidade. E de outras iniciativas que estão por vir.

Quero registrar de novo que entre as percepções que confirmei nesses últimos meses está a convicção de que não há nada mais importante do que tomarmos consciência da importância da política e de que precisamos nos mover concretamente na direção da atuação incisiva, para que não sejamos mais vítimas passivas e manobráveis de gente desonesta, sem caráter, despreparada e incapaz de entender o conceito básico da interdependência ou de pensar no coletivo.

A hora é de trabalhar por soluções coletivas inteligentes e inovadoras para o país, e não de focar o próprio umbigo ou de alimentar polêmicas pueris e gritas sem sentido.

Quem se interessa pelo que sou e faço pode acreditar: vou atuar cada vez mais, sempre de acordo com minhas crenças, em especial com a fé enorme que tenho neste país.

Contem comigo. Mas não como candidato a presidente.

LUCIANO HUCK é apresentador de TV e empresário

Atletas se preparam para segunda etapa do 6º Campeonato Maranhense de Kitesurf

Mais de 100 atletas inscritos prometem deixar a orla da capital maranhense ainda mais bonita neste sábado (25) e domingo (26).

Já está tudo preparado para a realização da segunda etapa do 6º Campeonato Maranhense de Kitesurf. Os mais de 100 atletas inscritos prometem deixar a orla da capital maranhense ainda mais bonita e encantadora neste fim de semana, 25 e 26 de novembro, quando terão a oportunidade de realizar as provas cheias de adrenalina, deixando os espectadores deslumbrados.

Atleta Melissa Maciel

O campeonato, que teve início em outubro, está mais organizado, trazendo aos competidores provas regidas pelas regras do nacional, com o objetivo de tornar a competição ainda mais profissionalizada.

Na primeira etapa, dos mais de 100 atletas inscritos, quatro se destacaram em suas categorias e assumiram a liderança da competição.

CATEGORIA ATLETAS NA LIDERANÇA
Feminino Melissa Maciel
Até 24 anos Fabrício Turolla
25 a 34 anos Joey Wetters
35 a 44 anos José Augusto Martins
45+ Márcio Pinheiro

 

Agora, os competidores esperam manter a liderança nesta segunda etapa, para poder ganharem a final do Campeonato que corre em dezembro.

O esporte

O kitesurf é um esporte no qual a pessoa desliza sobre a água em uma pranchinha, sendo puxado pelo kite (pipa em inglês), o qual funciona como uma asa impulsionada pelo vento. Além de ser um esporte incrível de praticar, vale muito a pena, também, assistir as competições, que acontecem na belíssima orla de São Luís.

Sobre as modalidades do kitesurf

A Downwind é uma corrida a favor do vento, com largada na praia do Olho d’-Água, na OKP, em direção à praia de São Marcos, como portal de chegada em frente à barraca Milhas. Já a Regata Bidirecional é a corrida em circuito, contra e a favor do vento.

A sexta edição do Campeonato Maranhense de Kitesurf é organizada pela AVEMA e conta com o apoio do Governo do Estado do Maranhão, Shoping da Ilha, Mateus Supermercados, Uv. Line, Farmárcia de Manipulação Botica, e Okp. Além da colaboração de todos os atletas e profissionais do Kitesurf da Ilha.

Mais informações sobre o evento estão disponíveis no site: http://okp.com.br/programacao-6o-campeonato-maranhense-de-kitesurf/.

Veja a programação completa do Campeonato

Dia 25/11 – Sábado
Atletas à disposição da comissão de Regata às 13h OKP Olho D´Água
DW OKP x Milhas

Regata bidirecional
Aproximadamente às 14h30
Milhas Litorânea
– Até 3 regatas masculina
– Até 2 regatas feminina

Dia 26/11 – Domingo

Atletas a disposição da comissão de Regata às 13:00 na OKP

DW OKP x Milhas

Regata bidirecional

Aproximadamente às 14:30

Milhas Litorânea

– Até 3 regatas masculina

– Até 2 regatas feminina

Dia 09/12 – Sábado

TwinTipRace – TTR

Slalom bidirecional com obstáculos!

OKP

Atletas à disposição da comissão de Regata às 11:00 na OKP!

Sorteio das baterias com os cabeças de chave.

(cabeças de chave = os que estiverem em 1º lugar de suas categorias)

Dia 10/12 – Domingo

Golden Race

Atletas à disposição da comissão de Regata às 12:00 na OKP.

– Feminino saída da OKP até a Praia do Meio.

– Masculino até a Toca do trovão!