Foto oficial do presidente Fernando Collor de Melo.

Tenho uma vantagem em relação a alguns candidatos porque já presidi o país. Meu partido todos conhecem, sabem o modo como eu penso e ajo para atingir os objetivos que a população deseja para a melhoria de sua qualidade de vida

Foi o que revelou o senador Fernando Collor na rádio Gazeta de Arapiraca (AL) que pertencente ao grupo midiático de sua família. Hoje Collor pertence ao PTC; é a continuação do partido, PRN, que o levou a presidência do Brasil em 1990. Collor já foi absolvido na suprema corte e se diz injustiçado. As eleições de 2018 será a volta dos que não foram. Dilma no Senado, Lula na Presidência e Collor também concorrendo ao comando do Palácio do Planalto.

No Maranhão o partido é comandado pelo deputado estadual Edivaldo Holanda. Isso, em tese, significa dizer que o governador Flávio Dino vai dar palanque a mais um “coroné (sic)” da política brasileira.

 

Através de seu mais novo aliado, o Democratas, o Governo do Maranhão acaba de receber um repasse do Ministério da Educação (MEC) de R$ 16,7 milhões destinados para as escolas de tempo integral no Maranhão.

A articulação foi feita pelo deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA) depois de aproximação com o governador Flávio Dino através do secretário de educação Felipe Camarão.

Aliás, Camarão é prometido como o mais novo filiado do Democratas maranhense. Quem confirmou a informação de filiação foi o próprio Flávio Dino dias atrás. Felipe ainda não comentou sobre o assunto.

COLUNA EXPRESSO – Integrantes da CNB, maior corrente do PT, foram ao ex-presidente Lula reclamar da presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PR). O motivo foi a declaração da parlamentar de que, para prender o ex-presidente, “vai ter de morrer gente”. Para petistas, Gleisi atiçou a militância – que já está com ânimos inflamados – sem necessidade. O próprio Lula vinha tentando baixar a temperatura de possíveis atos de radicalismo.

por ÉPOCA