Carlos Brandão, então PSDB, anunciou migração para o PRB. Junto com o vice-governador, dezenas de prefeitos, vereadores e deputados devem sair do ninho tucano para o ninho da Igreja Universal.

Sendo assim, o PRB deve se tornar o segundo maior partido do Maranhão enquanto o PSDB deve esvaziar.

Figuras do PSDB como Neto Evangelista, o prefeito de Ribamar Luís Fernando e o suplente de senador Pinto Itamaraty participaram do jantar oferecido na casa oficial da vice-governadoria do Maranhão.

A debandada demonstra que no atual modelo político não se há identificação partidária nenhuma.

Apenas interesses.

 

Zé Reinaldo enxerga na família Macedo uma turbinada na sua pré-candidatura ao Senado. O ex-governador tenta viabilizar sua candidatura dentro do grupo do governador do estado do Maranhão, Flávio Dino. Ontem em um almoço realizado em Teresina, o ex-governador do Maranhão oficializou seu convite para algum membro da família Macedo compor na chapa do senado na primeira suplência. Estiveram presentes, Dedé Macedo, Hernando Macedo e o deputado estadual, Fábio Macedo (PDT), além do ex-prefeito de Timon, Chico Leitoa e o deputado estadual Rafael Leitoa.

 

Vice-governador do Maranhão avalia sua permanência no Partido da Social Democracia Brasileira.

O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSDB), não pretende mais brigar pelo comando do partido no Maranhão. Depois de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ser aclamado presidente nacional do partido, o vice-governador agora pretende avaliar sua permanência ou não. Segundo o vice-governador ele vai conversar com lideranças do partido para saber seu rumo partidário.

Hoje, o PSDB/MA está estruturado em todo o estado, e conta com 30 prefeitos, 30 vice-prefeitos, mais de 160 vereadores, deputados estaduais e inúmeras lideranças de pesoavalia Carlos Brandão

Os rumos do partido devem mesmo cair nas mãos do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) e do ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB-MA) e Brandão se quiser repetir a dobradinha com Flávio Dino deve buscar outro partido para isso e de preferência, da base do Governo Dino.

Quando defendo que continuemos fazendo parte da aliança, o faço pela convicção de que a condução do governo está sendo a melhor para o Maranhão. Não tem nada de pessoal nisso. Continuar o projeto que vem sendo executado, na minha visão, seria o melhor para o partido e para seus integrantes.defende o vice-governador para que o partido continue com o PC do B.

O vice-governador entende que o PSDB deve ter palanque próprio nas eleições de 2018. “entendo que o PSDB nacional, avaliando o quadro que se apresenta quando se pensa nas eleições presidenciais de 2018, não queira proximidade com qualquer possível aliado de esquerda“, avaliou em nota.

A saída do vice-governador do partido pode provocar o esvaziamento do partido que hoje é o segundo maior do estado. Devido a proximidade do poder, o partido cresceu não só mais que o PC do B.

Em breve, estarei reunido com grandes lideranças do PSDB maranhense, que me ajudarão a definir os novos passos. Avaliando melhor cada situação e em permanente diálogo com líderes partidários, chegamos a conclusão de que o que mais importa não é continuar uma batalha desgastante pela direção estadual de um partido, por mais emblemático e renomado que ele seja. – analisa Carlos Brandão.

Agora é aguardar os novos rumo do PSDB no Maranhão.