O Uber tem novidades para os usuários de São Luís. A partir de hoje entra em funcionamento uma nova categoria de serviço do aplicativo. É o UberSELECT. Essa modalidade disponibiliza carros maiores e mais confortáveis para seus usuários.

O novo serviço oferece carros mais novos e confortáveis que os disponíveis na categoria UberX. Com isso o valor vai aumentar 17% em relação ao UberX. Vale lembrar que o usuário escolhe qual modalidade de carro quer usar.

Motoristas podem escolher trabalhar pelo UberSELECT

Carros novos e boa avaliação. São uns dos requisitos para dirigir pelo UberSELECT. O app está preocupado com a boa experiência do usuário e por isso também exige que o motorista seja bem avaliado para fazer parte do UberSELECT. A avaliação mínima é de 4.7 na plataforma. Outro requisito interessante para o usuário é a categoria dos carros. Os modelos variam de cidade para cidade, em São Luís alguns exemplos que o usuário vai contar são o Honda City, o Fiat Idea, Hyndai Tuscan e o Renault Duster. “Já para os motoristas parceiros, esse complemento no valor a ser recebido será um benefício a mais que deverá ajudar na manutenção desses carros mais novos e confortáveis” é o que diz a assessoria da Uber.

 

A primeira edição deixou saudade e o “Tambor e Reggae” volta com a banda Soul Reggae. “O projeto alinha o reggae com nossas raízes ancestrais através dos toques dos tambores” é o que informa a produção do ‘sunset’.  Do alto da Montanha Russa, no Centro Cultural do Mestre Amaral, a contemplação do por do sol é outra atração. O Centro Cultural é reconhecido pelos diversos estilos e matrizes musicais.

Reggae e tambor.

Além da banda Soul Reggae outra novidade é a presença dos DJs Andrezinho Vibration, Nega Glícia e do Victor Hugo.

Serviço:

Domingo, 24 de Setembro às 16h.

Rua da Montanha Russa – Centro

Ingressos no local – R$10 inteira e R$ 5 meia

Apoio: @burgernightslz

DJ Andrezinho Vibration é uma das atrações

A Câmara dos Deputados rejeitou o trecho da proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelecia o voto majoritário (conhecido como distritão) para as eleições de 2018 e 2020 e, a partir de 2022, criava o sistema distrital misto, que combina voto majoritário e voto em lista preordenada pelos partidos nas eleições proporcionais.

Com 205 votos favoráveis, 238 contrários e uma abstenção, os deputados não acataram um dos destaques à PEC 77/2003, que institui um novo sistema eleitoral e cria um fundo público para financiar as campanhas, conhecido como ‘ distritão ‘.

Para que fosse aprovado, o texto precisava do apoio de 3/5 do plenário, ou 308 votos. Há algumas semanas os deputados iniciaram a votação desta PEC, de forma fatiada, mas como o novo sistema eleitoral não avançou, a proposta deve agora ser arquivada devido a um acordo feito pelas lideranças.

Em um dos últimos esforços para aprovar, minimamente, alguns pontos da reforma política a tempo de que as mudanças tenham validade para as eleições do ano que vem, os deputados retomaram as discussões após o Senado decidir votar, amanhã (20), outra proposta sobre financiamento de campanhas.

A sessão foi presidida pelo deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), que exerce a Presidência da Câmara devido à viagem ao exterior do presidente Michel Temer, o que fez com o titular, Rodrigo Maia, assuma o cargo de presidente da República. Os parlamentares iniciaram a votação depois de passarem a tarde toda sem acordo. Mais cedo, os líderes partidários saíram de uma reunião de mais de três horas sem consenso sobre qual proposta seria colocada em primeiro lugar na pauta. Sob o argumento de que há pouco tempo para que os projetos sejam aprovados, o presidente da Câmara disse que comandará a sessão até a madrugada, se necessário, para que a PEC 282 seja votada.

Dificuldades

As duas PECs enfrentam dificuldades para avançar no plenário, pois nenhuma delas atingiu o mínimo necessário de 308 votos, entre o total de 513 deputados, para aprovação de mudanças constitucionais. Outro problema é a falta de tempo para construir um mínimo consenso, uma vez que para serem válidas para as eleições do ano que vem, as mudanças precisam ser aprovadas em dois turnos pela Câmara e pelo Senado até o início de outubro, um ano antes do próximo pleito.

Para o relator da PEC 77, o deputado Vicente Cândido (PT-SP), a alternativa será votar amanhã (20) um projeto de lei ordinário, que não necessita de larga maioria, que também trata do fundo eleitoral. “Não é o que a gente queria, mas pelo menos a gente tem uma eleição em 2018 com um pouco mais de regramento, de justeza. É possível votar matérias interessantes. [O presidente] decidiu votar, mesmo sem acordo no tocante às duas PECs. Quem tiver voto leva”, disse antes do início das votações.

A votação de matérias que alteram a legislação eleitoral e partidária enfrenta resistência dos próprios membros do Legislativo e sofre um histórico de impasses, pois 120 diferentes propostas foram apresentadas nos últimos 15 anos.

As últimas tentativas de votar a reforma política ocorrem em meio a expectativas de que, se os parlamentares não apreciarem nenhuma proposta, o próprio Poder Judiciário pode entrar em jogo . Nesta terça-feira (19), o presidente do Senado, Eunício Oliveira, disse que colocará amanhã (20) em pauta outra PEC que trata exclusivamente do financiamento de campanhas, utilizando um fundo com recursos oriundos de recursos das propagandas partidárias no rádio e TV ou de emendas de bancadas.

*Com reportagem da Agência Brasil