Agora é a vez do Brasil. Assim acredita o empresário de Solange Almeida, Wagner Miau, após a mais recente parceria com o cantor Wesley Safadão. Na última quinta-feira, 24, Wesley e Solange estiveram no estúdio da Deezer, em São Paulo, para lançar o hit “Se é pra gente ficar“. Com a parceria com Safadão, Wagner acredita que Solange agora vai aparecer mais para regiões além nordeste.

Wesley Safadão e Solange Almeida no estúdio da Deezer durante lançamento da música e clipe. Foto: BNews

“Eu creio que é o momento correto. É um sucesso. Acredito que depois desse lançamento,  vamos ganhar mais o Brasil, contando com a ajuda de Wesley, que já é sucesso no sudeste, e vai levar Solange nos shows através da projeção em led, apresentado-a ainda mais para essa parte do Brasil”, disse Miau ao repórter Tiago di Araújo do Bocão News.

Para Wagner Miau hoje Solange Almeida entra na terceira fase de sua carreira e quer emplacar o sucesso para consolidar a carreira solo depois de 7 meses longe do Aviões do Forró. “Agora estamos com essa música ‘Se é pra gente ficar’. Estamos agora na terceira fase da carreira de Sol, que segundo especialistas, a terceira música é para marcar e comprovar que o artista não é só de um hit”, contou o empresário.
Por sugestão de Wesley Safadão, a música vem acompanhada do clipe. “Apresentei a musica pra ele e ao saber que íamos colocar no CD de dia-a-dia, do repertório, ele propôs fazer algo maior, com clipe. Então, recuamos do promocional e montamos toda logística para esse lançamento”, revela.
A música foi composta por Arthur Cruz, Igor Soares, Elvis Elan e Guilherme César, e ganhou produção de Wagner Bobinho e Walci, ambos músicos de Solange. No lançamento, os artistas receberam a imprensa e após divulgação inicial começará a apresentar o hit em programas de televisão e rádios de todo país. No Youtube, o clipe foi divulgado no canal oficial da Vevo de Solange e também em outras plataformas digitais.

Mais uma novidade será lançada na XI Semana Maranhense de Dança que acontecerá do dia 30 de outubro a 05 de novembro: A Batalha de Danças Urbanas Negro Cosme (Batalha de Cosme).

Pela primeira vez uma programação como essa será promovida dentro da Semana Maranhense de Dança e contemplará dançarinos, grupos e companhias de dança de rua. Esse estilo de dança é caracterizado por movimentos produzidos dentro da ambiência urbana.

Como o próprio nome diz, a batalha será uma competição entre dançarinos e ao final serão premiados os três melhores segundo o júri técnico. A escolha dos jurados é de responsabilidade da organização da XI Semana Maranhense de Dança e os nomes serão divulgados dias antes do evento.

As inscrições para a batalha iniciam-se nesta segunda-feira (28) no site do Teatro Arthur Azevedo (cultura.ma.gov.br/taa) e encerram no dia 14 de setembro. Podem se inscrever dançarinos que participem ou não de grupos e companhias de danças de rua.

A seleção dos dançarinos ocorrerá em duas etapas classificatória, em que serão selecionados 16 dançarinos numa audição presencial, e eliminatória que é a própria batalha na Praça Nauro Machado. Os critérios de avaliação serão: musicalidade, técnica e corporeidade, originalidade dos movimentos e atitudes.

A batalha acontecerá em duplas, 1×1: cada dançarino terá um minuto para demonstrar ao público sua dança e passar pela avaliação do júri. Os confrontos serão eliminatórios e passaram pelas seguintes fases: oitavas de final, quartas de final, semifinal e final.

Os três dançarinos que tiverem melhor desempenho receberão as premiações de 1º, 2º e 3º lugar nos valores de R$ 1.500,00, R$ 1.000,00 e R$ 500,00. Além da premiação em dinheiro os premiados também receberão o troféu Ana Duarte. Troféu este que a partir desta edição será oficializado como o troféu oficial da Semana Maranhense de Dança.

Ana Duarte foi uma bailarina de dança popular do Maranhão e participou ativamente de atividades de cultura popular enquanto viva. Foi vitima de latrocínio em março do ano passado. O troféu é uma homenagem a bailarina.

Para mais informações sobre o regulamento e inscrições acesse o site do Teatro Arthur Azevedo (cultura.ma.gov.br/taa) ou telefone para 32189900.

Com informações de UOL

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta sexta-feira (25) os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Garibaldi Alves (PMDB-RN) na Operação Lava Jato. A acusação diz respeito a inquérito sobre irregularidades na Transpetro, estatal ligada à Petrobras.

Também foram denunciados o ex-presidente da República e ex-senador José Sarney (PMDB-AP), o ex-senador e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado (PMDB-CE), os empresários Nelson Maramaldo e Luiz Maramaldo, da NM Engenharia, e Fernando Reis, executivo da Odebrecht Ambiental.

Segundo a denúncia, foram cometidos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro entre 2008 e 2012. Em nota, a PGR afirmou que “há farto conjunto probatório reunido a partir dos acordos de colaboração de Sérgio Machado, Fernando Reis e Luiz Fernando Maramaldo”.

Sérgio Machado e os políticos do PMDB foram denunciados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os empresários da NM e da Odebrecht foram denunciados pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A corrupção ativa é cometida pelo corruptor, que oferece dinheiro ou vantagem ao agente público. Estes, ao prometer beneficiar ilegalmente um particular em troca de vantagens, cometem o crime de corrupção passiva.

A investigação utilizou elementos das delações premiadas de Sérgio Machado, Fernando Reis e Luiz Fernando Maramaldo.

O presidente Michel Temer (PMDB) é citado pela PGR como autor de um pedido a Raupp para que solicitasse a Sérgio Machado dinheiro para a campanha de Gabriel Chalita a prefeito de São Paulo, nas eleições de 2012. No entanto, pela Constituição, o presidente da República não pode ser investigado por fatos ocorridos antes do mandato.

Após a apresentação da denúncia, o STF (Supremo Tribunal Federal) vai julgar se abre processo e torna réus os acusados. O julgamento será feito pela 2ª Turma do Supremo, onde são analisados os processos da Lava Jato. O relator desta investigação é o ministro Edson Fachin, responsável pela Lava Jato no Supremo.

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