A inauguração do Museu do Reggae causou indignação dos radialistas Joel Jacinto, Juarez Souza e Helena Leite do programa Canta Maranhão na Difusora 680 AM. Segundo os radialistas São Luís não pode reivindicar o título de Jamaica Brasileira, referenciado por ícones do reggae mundial,  a exemplo do jamaicano Jimmy Cliff.

O rei Bob Marley não disse // Mas Jimmy Cliff // Mas Jimmy Cliff // Balançou a ilha // E disse iê iê// A capital existe a capital existe // São Luís a ilha Jamaica – letra de Gerude – Jamaica a São Luís

O trio levantam a bandeira que São Luís deve ser definida como capital brasileira do Bumba Meu Boi, ou quem sabe do São João. Porém é necessário dizer que o ‘nome de fantasia’ Jamaica Brasileira em nada atrapalha as manifestações do São João ou mesmo do Carnaval.

Jamaica Brasileira ou capital do reggae nada mais é que um produto turístico, como Capital do São João possa vir a ser.

A cidade de Campina Grande (PB) por exemplo utiliza-se do marketing que é “O maior São João do Mundo” o que necessariamente não significa dizer que o é.

Até mesmo São Luís produz um São João maior que o de Campina Grande, mas o título já foi instituído em todo o Brasil que “O Maior São João do Mundo” é na Paraíba, em Campina Grande.

Então esses títulos tem que ser encarados como produtos turísticos, estratégia de marketing. E porque não pensar em criar, também, o Museu do São João? As expressões culturais devem ser tratadas como experiências turísticas, seja qual for a manifestação. Ser permanente em qualquer época do ano. Agora fica difícil quando se paga um Carnaval no Carnaval do ano seguinte. Como diz por aí… Assim boi não brinca!

 

 

 

 

 

COLUNA EXPRESSO – Integrantes da CNB, maior corrente do PT, foram ao ex-presidente Lula reclamar da presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PR). O motivo foi a declaração da parlamentar de que, para prender o ex-presidente, “vai ter de morrer gente”. Para petistas, Gleisi atiçou a militância – que já está com ânimos inflamados – sem necessidade. O próprio Lula vinha tentando baixar a temperatura de possíveis atos de radicalismo.

por ÉPOCA